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quinta-feira, 25 de julho de 2013




OK, OK, eu sei que todos morreremos, eu sei que é um processo natural da vida, ou melhor da morte.
Sei também que detesto pensar na MINHA morte, tudo bem tenho embasamento teórico para entender que é algo natural ao meu ser sentir-se desconfortável com  a consciência de sua finitude. Mas e daí vou ficar adiando pensar nisso porque meu íntimo é egoísta, se sempre que eu me deparar com algo doloroso eu fugir do problema vou ter que sair da academia.
Estou tentando mudar esse meu comportamento, pensemos nas nossas finitudes, mas por outro lado surge outro problema, é finito mesmo?
Porque pensando melhor a humanidade tem idéias mirabolantes sobre o pós-morte, céu e inferno, reencarnação, planos superiores, FIM, ai ai é demais pra mim.
Empaquei, meu íntimo está inquieto novamente.
Tentemos por outro ângulo, tenho coisas para fazer antes de morrer (quem não?), quero casar, conhecer o japão, ter dois filhos, correr uma maratona, escrever um livro, ver feios no cinema, ir na formatura das minhas primas, ter netos, ler um  milhão de livros, ir ao show de Muse em Recife,..., acho que nunca estarei pronta para morrer.
Ainda tem aquele sentimento de culpa que me invade sempre que penso na morte, a ideia de me deparar com Jesus e acertar minhas contas. Não oro o suficiente, não sou boa o suficiente, não vou a igreja o suficiente, não amo os meus irmãos o suficiente, odeio algumas pessoas, minto, faça algumas coisas quando não devia,..., definitivamente não estou preparada para morrer agora, mas essas coisas eu posso começar a mudar AGORA, quem sabe assim ao menos esse sentimento libera meu ser de um peso.
Pior ainda é pensar na morte de quem amamos, familiares, amores, amigos, filhotes, ai tá bom chega de morte.
Quem sabe um dia vou conseguir pensar e falar na morte numa boa, até lá vou tentar fazer algumas coisas com uma certa urgência, afinal só Deus sabe quando serei cobrada por.

P.S.: Se alguém souber como facilitar essa resolução aguardo contato
.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Percy Jackson e os olimpianos

Bem pra quem não conhece esta série de Rick Riordan, vamos ficar familiarizados antes. A história conta as aventuras de Percy Jackson e seus amigos, onde tudo culmina na batalha contra Cronos o Rei dos titãs, aquele pai de Zeus sabe, o prório, além de muitas batalhas e aventuras, nós acompanhamos a vida de Percy e seus problemas de garoto normal, filho de um dos grandes (Poseidon) ele ainda enfrenta problemas com uma grande profecia, garotas, um meio - irmão ciclope e problemas com outros Deuses. Pode parecer à primeira vista uma história de aventura que vai ficar na sua prateleira para seus filhos, mas acredite não é. A idéia do tio Rick foi brilhante ele uniu história grega com os tempos atuais de forma brilhante. Podemos não apenas nos divertir com as aventuras de Percy e seus amigos, mas conhecer a mitologia grega (com algumas adaptações), o que mais me fascinou nesta série foram as reviravoltas que não forçam e a leitura que não é cansativa, se você assistiu o filme e se decepcionou, acredito ele não fez juz a vida que estes meio-sangues levam no acampamento. Só lendo para saber.

Motivos:

  Se você vai fazer vestibular aproveite é um passatempo que instrui.

  Conhecer um poucoda mitologia grega.

  Segundo algumas fontes ele tem tudo pra ser a nova febre do momento.

  Rir não faz mal a ninguém.

Boa leitura!!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Leitura

Não há quem não goste de ler, existem livros que não são instigantes. Algumas vezes encontramos alguém que diz não gostar de livros, mas será que esta pessoa já leu Scott Westerfeld ou Agatha Christie? Cada um tem sua peculiaridade com relação ao gosto literário, busquemos tornar um mundo de leitores, quando encontrar alguém que diz "não gostar de ler" apresente a ele Joe Hill ou mesmo alguns dos grandes autores dos chamados "livros de cinema", como Stephenie Meyer, J. K. Rowling, Rick Riordan. E o que se diz das garotas que se deparam com a literatura adulta de Lara Adrian, J. R. Ward e Gena Showalter, que vamos combinar arrasam.
Enfim o que importa é ler, se você leu os livros da Lauren kate e não gostou, procure Terry Pratchet, ou seja, mude de estilo, não existe livro ruim, mas aquele que não correspondeu ao seu gosto, varie. Assim vou procurar explanar algumas das histórias que tenho contato, para que assim você possa se apaixonar por alguma(s) e encontrar aquele autor que é a sua alma gêmea.